terça-feira, 16 de julho de 2013
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Pregação- Pastora Priscilia Seixas - Igreja Bola de Neve
Olá amados. A paz do Senhor
Publicidades
domingo, 7 de julho de 2013
A Diabólica Visão do In
Você conhece a “Diabólica visão do inferno”?
Artigo Copilado do Blog "Na Mira da Verdade"
TEXTOS SOBRE O “INFERNO”
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Baixar Pregação Pastor Bigardi - Um Convite, uma atitude e um Futuro Transformado.
Mais uma maravilhosa pregação do Pastor Bigardi
terça-feira, 25 de junho de 2013
Baixar Pregação Pastor Bigardi - Bola De Neve - Os Projetos de Deus para sua vida.
Pastor Bigardi - Os projetos de Deus.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
O seu crescimento Vem com o seu Testemunho ( Parte 03)

Click na imagem acima para ampliar
4. TESTEMUNHAMOS DE CRISTO PELA NOSSA APARÊNCIA
Como representante de Cristo, o cristão deve ser modesto até mesmo sobre a maneira que ele ou ela se apresentam, evitando todos os tipos de extremos.
“Se ele não obedece à palavra, seja ganho sem palavras… observando a conduta honesta e respeitosa de vocês. A beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e jóias de ouro ou roupas finas. Ao contrário, esteja no seu interior, que não perece, BELEZA DEMONSTRADA NUM ESPÍRITO DÓCIL E TRANQÜILO, o que é de grande valor para Deus. Pois era assim que também costumavam adornar-se… colocavam sua esperança em Deus”. I Pedro 3:1-5.
A simplicidade no vestuário e nos adornos sempre foi uma marca genuína da vida semelhante à de Cristo. Idealmente, os outros deveriam ser atraídos a nós, cristãos, não por nos destacarmos na maneira de vestir, mas pelo destaque que Jesus faz em nossa vida.
5. TESTEMUNHAMOS DE CRISTO PELA MANEIRA QUE AGIMOS
O historiador Edward Gibbon nos diz que quando Galério saqueou o campo do exército persa, uma brilhante bolsa de couro cheia de pérolas caiu nas mãos de um dos saqueadores. O homem cuidadosamente preservou aquela bela bolsa, mas jogou fora as preciosas pérolas.
Pessoas que percorrem os caminhos superficiais que o mundo oferece, enquanto rejeitam a Jesus, a Pérola de Grande Preço, estão agindo pior do que aquele saqueador. Não é apenas uma fortuna que pode escorregar de nossas mãos, é a salvação eterna. Por isso, as Escrituras nos alertam:
“Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo – cobiça da carne [apetite], cobiça dos olhos [amor às coisas do mundo] e a ostentação de bens [orgulho] – não provém do Pai, mas do mundo. O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”. I João 2:15-17
Satanás trabalha muito para tornar atrativo aos santos de Deus os pecados mais destrutivos e os piores hábitos. Os anúncios publicitários para bebidas alcoólicas mostram apenas pessoas jovens, bonitas, bem sucedidas e intensamente felizes. Nunca vemos alguém que lembra uma figura patética vomitando num saco de papel depois de ter tomado várias doses de cerveja.
Temos de ter cuidado com as associações que comprometem nossos princípios cristãos (II Coríntios 6:14). Cristo deseja, claro, que sempre nos interessemos e nos envolvamos com amigos não cristãos. Os relacionamentos interpessoais são os principais meios pelos quais a fé é partilhada. Só que você precisa ter certeza de que esses envolvimentos não estão levando você de volta ao seu velho estilo de vida.
Com o que entramos em contacto em nossa vida, até mesmo o tipo de entretenimento que escolhemos, impacta nossa vida espiritual. Precisamos estar conscientes de que estamos alimentando nossa mente.
“Não porei coisa injusta diante dos meus olhos”. Salmo 101:3, Versão Almeida Revista e Atualizada, 2a edição.
Se alimentarmos nossa mente com o melhor, o pior não vai ser capaz de rebaixar nossa conduta e nossos padrões. Prezar sempre pelos princípios mais elevados ao escolher o que deixamos entrar em nossos lares e em nossas mentes não rebaixam nossa vida. O cristão tem mais coisa com que se alegrar do que as outras pessoas.
“TU ME FARÁS CONHECER… A ALEGRIA PLENA da Tua presença, eterno prazer à tua direita”. Salmos 16:11
6. TESTEMUNHAMOS DE CRISTO PELA NOSSA LIBERALIDADE
O Pastor H.M.S. Richards conta que certa vez, quando ia batizar um novo crente, ele percebeu que o homem tinha uma bolsa de moedas bem cheias em seu bolso. O pastor perguntou se ele havia se esquecido de deixar o dinheiro no quarto onde trocara de roupa. “Minha carteira e eu seremos batizados juntos”, explicou o homem. Ele havia entendido o verdadeiro espírito do cristianismo – dar para ajudar aos outros. Os cristãos crescem quando são liberais e ajudam os outros. É por isso que o próprio Jesus disse: “Há maior felicidade em dar do que em receber” (Atos 20:35).
O que damos a fim de fazer avançar o reino de Deus retorna em valor eterno.
“Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e furtam. Mas ACUMULEM PARA VOCÊS TESOUROS NOS CÉUS… Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração”. Mateus 6:19-21
Ao dar, lembre-se que “do Senhor é a terra e tudo o que nela existe” (Salmo 24:1), incluindo o ouro e a prata (Ageu 2:8). Nós mesmos pertencemos a Deus, pois Ele nos criou e nos resgatou dos nossos pecados pagando o preço pelos nossos pecados com Seu sangue (I Coríntios 6:19, 20). Tudo o que temos pertence a Deus, pois é Ele que nos dá a “capacidade de produzir riqueza” (Deuteronômio 8:18).
Quanto o nosso Senhor crucificado e ressurrecto nos pede para devolvermos a Ele, a fim de que o evangelho seja pregado aos outros?
“Pode um homem roubar a Deus? Contudo vocês estão me roubando. E ainda perguntam ‘Como é que te roubamos?’. NOS DÍZIMOS E NAS OFERTAS… Tragam o dízimo todo ao depósito do templo, para que haja alimento em minha casa. Ponham-me à prova,’ diz o Senhor dos Exércitos, ‘e vejam se não VOU ABRIR AS PORTAS DOS CÉUS E DERRAMAR SOBRE VOCÊS TANTAS BÊNÇÃOS QUE NEM TERÃO ONDE GUARDÁ-LAS’”. Malaquias 3:8-10
O dízimo é a “décima” parte de nossos ganhos (Deuteronômio 14:22 [Versão Nova Tradução na Linguagem de Hoje] e Gênesis 28:22). Para o fazendeiro ou o comerciante, o ganho é o que sobra depois de subtrair as despesas do negócio. Para o empregado, é uma parte do ganho total. O princípio de dizimar é um princípio moral porque envolve caráter. Quando falhamos no dízimo, roubamos a Deus. O dízimo pertence a Deus e deve ser usado exclusivamente para apoiar o ministério de Cristo (I Coríntios 9:14), e para terminar Seu trabalho aqui na terra, a fim de que Ele possa retornar (Mateus 24:14).
Quando Jesus veio para viver entre nós, Ele aprovou o sistema de dízimos em vigor nos tempos do Novo Testamento. (Mateus 23:23).
E nós, quanto deveríamos dar de ofertas? As ofertas são de acordo com a decisão individual. Cada pessoa deve dar o que se propor em seu coração. (II Coríntios 9:5-7). Você nunca vai conseguir superar o que Deus lhe dá:
“Dêem e lhes será dado: uma boa medida, calcada, sacudida e transbordante será dada a vocês”. Lucas 6:38
H.M.S. Richards certa vez relatou a seguinte experiência:
“Um apostador de longa data freqüentou uma de nossas reuniões evangelísticas em Los Angeles. Nunca me esquecerei da conversa que tive a sós com ele, nos fundos do auditório. Ele pegou um bolo de notas de seu bolso, 500 dólares, e os deu para mim, dizendo: ‘Esse é o primeiro dízimo que eu dou’.
O homem não estava bem financeiramente, e não tinha nada a não ser uma vida de 30 ou 40 anos de apostas, pois isso eu disse: ‘Com o que você vai viver?’
Ele respondeu: ‘Me sobraram apenas cinco ou seis dólares, mas essa outra quantia pertence a Deus’.
Então perguntei: ‘O que você vai fazer?’
‘Eu não sei’, disse ele, ‘mas sei que devo dar o meu dízimo a Deus, e Ele cuidará de mim’.
Foi isso exatamente o que Deus fez. O arrependimento do homem foi sincero. Ele continuou fiel à sua decisão e viveu feliz dentro dos princípios cristãos. Deus cuidou dele até o dia de sua morte”. Deus não promete que todos os crentes fiéis ficarão ricos. No entanto, temos a certeza de que nosso Criador nos dará forças para suportar tudo o que nos acontecer nessa vida.
Cristo nos deu tudo, e nos pede apenas que entreguemos nosso coração completamente a Ele. Fazendo isso, poderemos testemunhar pela maneira pela qual vivemos, agimos e somos liberais para com os outros. Por que não descobrir agora mesmo a alegria de testemunhar sobre Cristo para os outros e assim crescer em Sua maravilhosa graça?
Copyright © 2004 The Voice of Prophecy Radio Broadcast
Los Angeles, California, U.S.A
Como Baixar a Wallpaper para seu computador:
Simpres basta clicar sobre a imagem e ela abrirá em uma nova pagina, assim que ela acabar de carregar (estiver completa) clique com o botão direito do seu mouse, sobre ela e escolha a opção: "Definir como plano de fundo". Apois fazer isso minimilise todas as suas janelas e veja como a imagem ficou na tela de seu computador.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
O Seu Crescimento vem com o seu Testemunho (Parte 02)

Click na Imagem para ampliar.
2. PARTILHAMOS CRISTO PELA MANEIRA PELA QUAL VIVEMOS
Um jovem que havia crescido num lar onde freqüentemente sofria abusos certa vez comentou: “Usando como exemplo os meus pais, criei em minha mente uma imagem distorcida de Deus; eu nunca tinha tido o exemplo de alguém visível que me amasse”. As pessoas ao nosso redor precisam desesperadamente de alguém eu lhes dê uma imagem correta de quem é Deus. Elas precisam de alguém “visível” que lhes mostre as boas qualidades. Nosso sermão mais poderoso freqüentemente é pregado pela maneira pela qual vivemos. Antes que a pessoa saiba o quanto você sabe, ela precisa saber o quanto você se importa. Pedro nos diz:
“VIVAM entre os pagãos [não cristãos] de MANEIRA EXEMPLAR para que… OBSERVEM AS BOAS OBRAS QUE VOCÊS PRATICAM E GLORIFIQUEM A DEUS… pois, também, CRISTO SOFREU NO LUGAR DE VOCÊS, DEIXANDO-LHES EXEMPLO, PARA QUE SIGAM OS SEUS PASSOS”. I Pedro 2:12, 21
“Cristo sofreu” no Calvário por nós, e assim nos deu o exemplo muito claro do que é amor altruísta. Esse amor, reproduzido em nós pelos atos de amor para com os outros, pode se tornar uma poderosa força para levar os não crentes aos pés de Cristo.
3. TESTEMUNHAMOS DE CRISTO PORQUE PENSAMOS SOBRE ISSO
Quando o Diabo tentou a Jesus no deserto com seus apelos com respeito ao apetite, ao orgulho e à presunção, Jesus foi bem sucedido nas respostas porque citava as Escrituras (Mateus 4:4, 7, 10). Cristo estava preparado porque tinha abastecido Sua mente com verdades bíblicas. Nossa mente é o verdadeiro campo de batalha onde as lutas são vencidas ou perdidas.
“Porque, como imagina em sua alma, assim ele é” Provérbios 23:7, Versão Almeida Revista e Atualizada, 2a edição.
Os cristãos que estão crescendo na fé vêem os outros da maneira que o céu os vê: concentrando-se sempre nas boas qualidades que estão buscando desenvolver.
“Alegrem-se sempre no Senhor… em tudo, pela ORAÇÃO e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, GUARDARÁ O CORAÇÃO E A MENTE DE VOCÊS em Cristo Jesus. Finalmente, irmãos, tudo o que for VERDADEIRO, tudo o que for NOBRE, tudo o que for CORRETO, tudo o que for PURO, tudo o que for AMÁVEL, tudo o que for de BOA FAMA, se houver algo de EXCELENTE ou DIGNO DE LOUVOR, pensem nessas coisas… E o Deus da paz estará com vocês”. Filipenses 4:4-9
As coisas com que alimentamos nossa mente fazem diferença em nossa vida. Se colocarmos lixo, sairá lixo. Se alimentarmos nossa mente com a Palavra de Deus, uma vida de semelhante a de Jesus será o resultado.
4. TESTEMUNHAMOS DE CRISTO PELA NOSSA APARÊNCIA
Como representante de Cristo, o cristão deve ser modesto até mesmo sobre a maneira que ele ou ela se apresentam, evitando todos os tipos de extremos.
“Se ele não obedece à palavra, seja ganho sem palavras… observando a conduta honesta e respeitosa de vocês. A beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e jóias de ouro ou roupas finas. Ao contrário, esteja no seu interior, que não perece, BELEZA DEMONSTRADA NUM ESPÍRITO DÓCIL E TRANQÜILO, o que é de grande valor para Deus. Pois era assim que também costumavam adornar-se… colocavam sua esperança em Deus”. I Pedro 3:1-5.
A simplicidade no vestuário e nos adornos sempre foi uma marca genuína da vida semelhante à de Cristo. Idealmente, os outros deveriam ser atraídos a nós, cristãos, não por nos destacarmos na maneira de vestir, mas pelo destaque que Jesus faz em nossa vida.
Copyright © 2004 The Voice of Prophecy Radio Broadcast
Los Angeles, California, U.S.A
Como Baixar a Wallpaper para seu computador:
Simpres basta clicar sobre a imagem e ela abrirá em uma nova pagina, assim que ela acabar de carregar (estiver completa) clique com o botão direito do seu mouse, sobre ela e escolha a opção: "Definir como plano de fundo". Apois fazer isso minimilise todas as suas janelas e veja como a imagem ficou na tela de seu computador.
domingo, 11 de dezembro de 2011
O Seu Crescimento vem com o seu Testemunho.
O testemunho de Larry.
Como Baixar a Wallpaper para seu computador:
domingo, 27 de novembro de 2011
Você faz parte da grande obra de Cristo?
A morte na cruz, é inquestionavelmente a primeira maior obra realizada por Jesus aqui na terra. mas a segunda...Poucas vezes atentamos para o detalhe da fidelidade de Jesus no cumprimento da missão que recebera do Pai. A curta trajetória de Sua vida - criado numa família tradicionalmente judaica até os trinta anos de idade, mais os três anos de ministério - culminou com Sua meta desde o princípio: a cruz. Ele sabia e dizia para os discípulos que Seu destino seria a cruz.
“Pois as Escrituras Sagradas dizem: ‘Ele foi tratado como se fosse um criminoso.’ Eu afirmo a vocês que isso precisa acontecer comigo, pois o que está escrito a meu respeito tem de acontecer.” Lucas 22.37
“O Filho do Homem precisa ser entregue aos pecadores, precisa ser crucificado e precisa ressuscitar no terceiro dia.” Lucas 24.7
Na frase ESTÁ CONSUMADO, dita do alto da cruz, da agonia indescritível, Jesus deixou o maior exemplo de abnegação e de dever cumprido. Ele é O Mártir dos mártires. E o que o diferencia de todos os demais, é que sempre soube que morreria na cruz. Da forma mais cruel e desumana. Tudo estava previamente combinado; prescrito.
A cruz, primeira grande obra de Jesus, tem efeito na vida de todos os que crêem. Por tratar-se não apenas de uma cruz substitutiva (“Ele morreu em meu lugar”), mas inclusiva (“Eu morri juntamente com Ele na cruz”). Trata-se de um dos maiores mistérios do Novo Testamento (confira os textos bíblicos de João 12.24, 32-33; 2 Coríntios 5.14-15; Romanos 6.3-8; Gálatas 2.19-20; 6.14; Colossenses 2.20; 3.3).
Dada a magnitude da primeira obra de Jesus, então qual seria a segunda maior obra? Perguntei isso a um grupo de amigos e obtive as mais variadas respostas. Aliás, o teste também vale para você. Em sua opinião, qual foi a segunda maior obra de Jesus? Para muitos, foi a ressurreição de Lázaro; para outros, a transformação da água em vinho; a ressurreição da filha de Jairo; a visão do cego Bartimeu; a transfiguração; a multiplicação dos pães etc. As obras de Jesus foram grandiosas e João, o apóstolo do amor, disse que não haveria livros suficientes no mundo para registrar todos os milagres que Jesus realizou (João 21.25). Mas sua segunda grande obra foi mais significativa do que os milagres aqui relacionados.
O capítulo 17 de João mostra a oração de Jesus por si mesmo, pelos apóstolos e pelos futuros cristãos do mundo. Não é comum encontrar orações de Jesus nos escritos bíblicos; até porque, a maior parte do tempo Jesus orava só. Mas o registro de João quebra a regra e abre o momento íntimo de Jesus com Seu Pai. Por que o Espírito Santo inspirou João a registrar esta oração na íntegra? Exatamente por tratar-se de um momento estratégico. Jesus estava deixando este mundo e indo para o Pai. E o foco de sua oração não está na gratidão por tantos sinais e prodígios realizados (“Então, Jesus lhe disse: Se, porventura, não virdes sinais e prodígios, de modo nenhum crereis.” João 4.48). O assunto principal da oração está nos doze discípulos. Fica fácil identificar Jesus prestando contas ao Pai de seu trabalho de discipulado. Ele dedicara os três anos de seu ministério em preparar aqueles homens para sucedê-lo na missão de salvar as pessoas dos poderes do diabo.
O discipulado dos doze foi a segunda maior obra de Jesus na terra. Ele ensinou seus discípulos a amarem a Deus e as pessoas. Mostrou pelo exemplo que a grandeza de uma pessoa está no temor a Deus, no serviço em amor, na humildade e na santidade. Ensinou seus discípulos a resistir ao diabo, a não se contaminar com o mundo, a guardar a Palavra e a vida de oração, e cumprir cabalmente a missão de pregar o evangelho e a fazer novos discípulos (Mateus 28.19-20). Os versos 6 e 7 de João 17 comprovam que sua grande missão, além da cruz, foi cuidar de sua ‘célula’: “Eu mostrei quem tu és para aqueles que tiraste do mundo e me deste. Eles eram teus, e tu os deste para mim. Eles têm obedecido à tua mensagem e agora sabem que tudo o que me tens dado vem de ti.” (NTLH)
Considerando que a partida de Jesus estava próxima, o assunto predominante de sua oração foi PESSOAS; GENTE. Aqueles que já criam nEle e aqueles que ainda haveriam de crer. Que coisa maravilhosa! Que inspiração e que referência para todos aqueles que desejam engajar-se no cristianismo. Que legado espiritual. A alegria de Jesus estava no progresso de seus discípulos. Ele cria que aqueles homens dariam continuidade à missão. E foi exatamente isso que seus discípulos fizeram.
Mas isso só foi possível por causa daquele estilo de vida em comunhão que Jesus desenvolveu com os doze. É impossível à mente humana reproduzir os benefícios daquela convivência íntima com Jesus durante os três anos de Seu ministério. João registrou ainda o tipo de compromisso que Jesus teve com aqueles homens: “Ora, antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim.” João 13.1
A maior prova de que o discipulado de Jesus foi eficaz está no nível de entrega que seus discípulos tiveram pela causa.
Tiago, o maior, decapitado em Jerusalém por ordem de Herodes Agripa.
Tiago, o menor, morreu como mártir.
Pedro, crucificado de cabeça para baixo em Roma por ordem de Nero.
Tomé, morreu como mártir por ordem do rei de Malipua – cidade indiana de Madras.
André, martirizado na Acaia, amarrado em forma de x numa cruz.
Natanael, esfolado vivo e crucificado de cabeça para baixo.
Filipe, morreu como mártir em Hierápolis.
Judas Tadeu, morreu como mártir na Pérsia.
Mateus, morreu como mártir na Etiópia.
Matias, morreu como mártir na Etiópia.
Paulo, decapitado em Roma por ordem de Nero.
João, morte natural com cem anos em Éfeso.
Agora é a nossa vez. A vez de todos os cristãos. Tomarmos a nossa cruz (Lucas 14.27) e fazermos discípulos (Provérbios 27.23; Mateus 28.19). Afinal de contas, Jesus garantiu que faríamos as mesmas obras que Ele fez (João 14.12); e outras maiores.
Este texto é parte integrante da resvita: "Revista de Comunidade" Edição Digital - Novembro 2011 - Site de origem, do qual pertence todos os direitos do mesmo: http://www.comuna.com.br/
Torne o "Ide" de Jesus Cristo, uma realidade em sua vida.
Ajude você também a proclamar o Reino de Deus, utilize a internet para evangelizar. Envie este texto para os seus amigos aqui na internet, através do painel "ME ADD" LOGO A DIREITA DO SEU VÍDEO EM NOSSO SITE. Basta clicar na imagem da rede social a qual você faz parte, logar e enviar. Tudo muito fácil e rápido. Você não gastará um minuto para enviar este texto para todos os seus amigos nas redes sociais a qual você participa. Caso deseje, você também poderá enviar por e-mail para todos que você conhece clicando no link "E-mail"
Faça isso agora mesmo. Não perca a chance de transformar o "IDE" de Jesus Cristo em uma realidade em sua vida!
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
"O que importa se eu vou para o inferno!"

"O que importa se eu vou para o inferno!" - Muita das vezes quando vamos evangelizar, ouvimos este tipo de explessão. Ou outras vezes ouvimos: "Quem se importa se eu vou para o inferno!". Normalmente as pessoas ao falarem isso estão tomadas por um sentimento de auto destruição, um estado de autodisgosto. Ou seja elas estão tão desgostosas de si mesmo que chegam ao ponto de acharem que ninquém no mundo todo se importa com ela, ou mesmo que ninquém se importa se ela vai ou não para o inferno. Mas quero te mostra que muitas pessoas, até desconhecidas de você, se importão e muito se você vai para o inferno.
Introdução: Nesta passagem da Escritura, lemos sobre um mendigo e um homem rico. Ambos morrem e despertaram em seu destino eterno. O mendigo no seio de Abraão e o rico no inferno. No versículo 24, encontramos o homem rico pedindo apenas uma gota de água. No versículo 25 lemos como Lázaro, o mendigo agora é consolado, mas o homem rico está em tormentos. Mas eu quero olhar para os versículos 27-28. Aqui, descobrimos que o rico tem cinco irmãos que estão perdidos e ele está pedindo: Pai Abraão enviar Lázaro para avisá-los sobre este lugar de tormento terrível. Ele não quer que eles vão para lá. Quero pregar sobre este assunto, “Quem se importa se você está indo para o inferno?”
I. A sua família se importa se você está indo para o inferno. V. 27
A. Aqui vemos um irmão se preocupando com seus cinco irmãos que estão indo para o inferno. Ele quer adverti-los
II. As pessoas no inferno se importam se você está indo para o inferno. V. 27
A. O homem rico já está no inferno.
B. Não há uma pessoa no inferno agora que quer que você vá para lá.
C. Se eles pudessem enviar um aviso para você ficar longe eles fariam sem hesitação.
III. Deus pai se importa se você está indo para o inferno
A. Mateus 18:14 “Assim, pois, não é da vontade de vosso Pai celeste que pereça um só destes pequeninos”
B. João 3:16 “Porque Deus amou o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”
IV. Jesus Cristo se importa se você está indo para o inferno
A. II Pedro 3:9 “Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento”
B. Lucas 19:10 “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido”
V. O Espírito Santo se importa se você está indo para o inferno.
A. João 16:7 “Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei”
B. Em Atos capítulo 1, encontramos o Senhor subindo em uma nuvem de volta à glória, mas em Atos capítulo 2, encontramos o Espírito Santo, o Consolador descendo sobre os discípulos em línguas como que de fogo e ele ainda está aqui hoje.
C. As visitas do Espírito Santo a números incalculáveis de corações diariamente tentando persuadi-los a evitar o lugar horrível chamado inferno.
Conclusão: Você pode estar dizendo para si mesmo essas pessoas poderiam não se importar se eu estou indo para o inferno. Você pode até estar pensando que não há tal lugar chamado inferno, mas, não vai levar um segundo no inferno para você perceber que há um lugar assim. Pecador, você não gostaria de virar seu coração a Deus e escapar deste lugar horrível? Pode ser que se você for para o inferno alguns de seus familiares ou até mesmo crianças podem ir para lá porque querem ser como você. Mas pode muito bem ser que se você for salvo e for para o Céu eles podem segui-lo para lá.
Pr. Aldenir Araújo
Fonte: Sermão Online
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
A primeira Vontade de Deus para o Homem.

a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão,
e tudo quanto fizer prosperará.”
Quando Deus criou os céus e a Terra, antes ainda de criar o homem, já fez com que houvesse frutos, animais para o trabalho e também para o consumo, bem como as fontes naturais de águas e ainda o ouro, que para nós representa o mais precioso metal que encontramos na terra. É verdade que a platina custa mais caro que o ouro, mas não tem valor comercial, o ouro sim, tem valor comercial. E quando lemos logo no começo da história da criação, vemos Deus criando todas as árvores para o homem comer, vemos Deus criando os rios e também o ouro.
Gênesis 2:8-12 – “E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado. E o SENHOR Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal. E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços. O nome do primeiro é Pisom; este é o que rodeia toda a terra de Havilá, onde há ouro. E o ouro dessa terra é bom; ali há o bdélio, e a pedra sardônica.”
Olha só que coisa interessante, Deus criou as árvores, que são para o alimento, plantou um jardim, ou seja, um lugar separado para o homem viver bem, porque diferente do que alguns podem pensar, do lado de fora do jardim não havia as mesmas condições de vida que o homem teria ali dentro. O versículo cinco nos comprova que a terra estava em esterilidade, ou seja, ali, onde Deus colocaria o jardim do Éden ainda não havia brotado nada na terra, como lemos.
v.5 “E toda a planta do campo que ainda não estava na terra, e toda a erva do campo que ainda não brotava; porque ainda o SENHOR Deus não tinha feito chover sobre a terra, e não havia homem para lavrar a terra.”
Entendemos então que a terra onde Deus queria colocar o homem era uma terra sem condições. Então Deus vai criar as condições para o homem viver e viver bem, comer do melhor. Deus queria o melhor para o homem. A maior prova disso é que criou as árvores como alimento, os animais porque Deus já sabia que mais para frente era com peles de animais, com as lãs das ovelhas que nos vestiríamos e até comeríamos da carne desses animais, as águas para saciar a sede e junto do primeiro rio, cujo nome é Pisom, havia o ouro e pedras preciosas, e Deus ainda diz na palavra dEle que o ouro de Havilá é bom, Deus não diz que o ouro de Havilá ERA bom, mas diz que o ouro de Havilá é bom.
Para resumir, Deus estava dando para o homem moradia, alimentação, roupas, ouro, pedras preciosas e até mesmo, por incrível que pareça, perfume, pois é, porque Bdélio que nós lemos no versículo doze se refere a uma resina, uma espécie de goma usada para se fazer perfumes devido a sua agradável fragrância. As condições para se viver no jardim eram ótimas.
Vamos entender exatamente o que esse texto que lemos quer dizer. Deus disse que o rio Pisom rodeia um lugar chamado de Havilá e nesse lugar existe ouro, perfume e pedras preciosas e Deus complementa dizendo que esse ouro de Havilá é BOM.
Pisom no idioma hebraico significa: poço jorrante, ou seja, um poço que jorra sempre e nunca para de jorrar, é um poço jorrante e a palavra Havilá significa também no hebraico: arenoso, ou cheio de areia ou apenas areia.
Primeiro Deus é a fonte de todas as coisas. O rei Davi bem disse quando ofereceu ofertas ao Senhor para a construção do templo.
I Crônicas 29:12-14 – “E riquezas e glória vêm de diante de ti, e tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; e na tua mão está o engrandecer e o dar força a tudo. Agora, pois, ó Deus nosso, graças te damos, e louvamos o nome da tua glória. Porque quem sou eu, e quem é o meu povo, para que pudéssemos oferecer voluntariamente coisas semelhantes? Porque tudo vem de ti, e do que é teu to damos.”
Havilá, onde está o bom ouro, significa como vemos arenoso, cheio de areia ou apenas areia mesmo. Isso nos leva a pensar na principal promessa que Deus fez a Abraão, quando comparava a sua descendência com as areias da praia do mar.
Genesis 22: 17-18 – “Que deveras te abençoarei, e grandissimamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; E em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz.”
Veja que a bênção é para toda a descendência de Abraão e nós somos descendentes de Abraão pela fé que nós temos no mesmo Deus. A bênção é para todas as famílias da terra, e isso também inclui a minha e a sua família!
Então vemos que o rio Pisom representa o próprio Deus ao nosso redor e nós somos Havilá, a areia, a descendência de Abraão, e Deus diz que o ouro de Havilá é bom, ou seja, Deus quer que você tenha riquezas na sua mão porque aos olhos do Senhor é uma coisa boa. É bom o ouro na mão dos descendentes de Abraão. Então a vontade de Deus é que a pessoa tenha não apenas condições de viver, mas que viva bem, porque essa foi a primeira coisa que Deus fez ao homem, criou boas condições de vida.
O Salmo onde começamos declara:
Salmos 1:3 – “Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.”
A pessoa que está junto do Senhor é como uma árvore plantada junto às águas, nunca secará, e também não deixará de dar seus frutos no seu tempo, e ainda tudo o que fizer vai prosperar. A vontade do Senhor é que você, descendente pela fé de Abraão, seja como ele foi. Afinal o ouro na mão dos grãos de areia é bom.
Genesis 13:2 – “E era Abrão muito rico em gado, em prata e em ouro.”
Se a vontade do Senhor é me fazer ser próspero, então porque não consigo ser?
Essa e outras respostas você vai saber. Apenas pense comigo, por enquanto, será que a vontade do inimigo, de Satanás, é a mesma vontade do Senhor? Não, claro que não é. Então se a vontade do Senhor é te fazer uma pessoa próspera, a vontade do inimigo é o contrário, fazer a pessoa ser pobre, miserável, necessitada, enfim, fazer a pessoa não ter condições de ter uma boa vida. Mas a vontade do Senhor é te fazer ser abençoado e próspero.
Pr. Bruno Domingues
domingo, 18 de setembro de 2011
O Maior segredo do Diabo (parte 02)
Esta é a segunda parte da pregação que eu encontrei no site Evangelismobiblico.com.br ao lê percebi o quão importante ela é para os nossos dias. Para minha ela fez muito sentido. E espero que também possa fazer para você.
Eu a dividi em vários post, para que ficasse mais fácil a sua leitura.
Esta é a segunda parte. Se não leu a primeira click aqui Leia e medite.
O MAIOR SEGREDO DO DIABO (parte 02)
Por Ray Comfort________________________________
Tradução de Fernando Guarany Jr.

Agora, vocês conseguem lembrar porque o segundo passageiro tinha alegria e paz no coração? Era porque ele sabia que o pára-quedas ia salvá-lo da morte certa. E como crente, como Paulo diz, eu tenho “alegria e paz em crer” (Romanos 15:13), porque sei que a justiça de Cristo me livrará da ira vindoura.
Agora, com esses pensamentos em mente, vamos analisar com cuidado um incidente a bordo do avião. Aparece uma aeromoça novata. Ela carrega uma bandeja com café fervendo. É o seu primeiro dia de trabalho. Ela quer que este dia fique marcado na mente dos passageiros, e consegue seu intento, pois conforme está andando pelo corredor, tropeça e despeja café quente no colo do nosso segundo passageiro. Qual a reação dele ao sentir o líquido fervente queimar a sua pele? Será que ele grita: “Aaaaaii! Que dor!”? Sim, ele sente a dor. Mas será que arranca o pára-quedas e o joga ao chão? Será que ele esbraveja dizendo: “Droga de pára-quedas!”? Não. Por que ele faria isso? Ele não colocou o pára-quedas para melhorar a qualidade de seu vôo. Ele colocou para salvá-lo da morte certa. Por isso, o incidente faz com que se agarre ainda com mais força ao pára-quedas e mal consiga esperar a hora de saltar.
Então, se “colocarmos” o Senhor Jesus pelo motivo correto, isto é, para escapar da ira vindoura, quando vier a tribulação, quando o vôo ficar turbulento, nós não ficaremos com raiva de Deus e nem perderemos nossa paz e alegria. Por que faríamos isto? Não aceitamos Jesus para melhorar nosso estilo de vida: nós o aceitamos para fugir da ira vindoura. Portanto, ao invés de nos levar à ira, a tribulação conduz o verdadeiro crente para mais perto do Salvador. Infelizmente, temos literalmente multidões de pessoas que se professam Cristãos, mas que perdem sua alegria e paz quando o vôo fica turbulento. Por quê? Porque são produto de um evangelho humanista. Estes crentes vêm a Jesus sem arrependimento, sem o qual não há salvação.
Recentemente, estive na Austrália ministrando e... – a propósito a Austrália é um pequeno país na costa da Nova Zelândia – ...preguei sobre pecado, a Lei, justiça, santidade, julgamento, arrependimento e inferno, e não me surpreendi com a quantidade de pessoas que quiseram “entregar seus corações a Jesus”. Na verdade, o ambiente ficou muito tenso. Depois do evento, disseram-me: “Há um jovem rapaz lá atrás que quer entregar sua vida a Cristo.” Eu fui lá e encontrei um jovem que nem conseguia fazer a oração de entrega, de tão desesperadamente que chorava. Aquilo para mim foi muito encorajador, pois, por muitos anos, sofri de “frustração evangélica”. Eu queria tanto que os pecadores respondessem ao Evangelho egocêntrico que eu pregava. A essência do que pregava era mais ou menos o seguinte: “Você nunca encontrará a paz verdadeira sem Jesus Cristo; você tem um grande vazio em seu coração que só mesmo Deus pode preencher.” Eu pregava Cristo crucificado e, só no finalzinho, pregava arrependimento. Quando alguém respondia ao apelo, eu abria um dos meus olhos e pensava: “Ah, não! Esse cara quer dar o seu coração a Jesus, mas há uma probabilidade de 80% de ele vir a desviar-se. Estou cansado de criar desviados. Preciso ter certeza de que ele sabe mesmo o que está fazendo. É melhor que esteja sendo sincero!” Assim, me aproximaria do rapaz com um espírito da Gestapo Nazista. Chegaria bem pertinho dele e diria: “O que você quer?” Ele diria: “Estou aqui para tornar-me um cristão.” Eu argumentaria: “Tem certeza?” Ele responderia: “É. Tenho.”, Eu tornaria a perguntar: “Você tem realmente certeza?”. Ele diria: “É. Podes crer.” “Tá certo, vou orar com você, mas é melhor que você ore com sinceridade, do fundo do seu coração. Agora repita esta oração comigo! ‘Ó, Deus, eu sou um pecador’” Ele dizia: “Ah, é... Deus, eu sou um pecador!” No que eu pensava: “Por que será que não há nenhum sinal claro de quebrantamento. Não há sinal visível de que este jovem possa estar no seu íntimo realmente arrependido de seus pecados” Foi então, que entendi qual era o motivo: ele estava sendo 100% sincero. Ele estava tomando sua decisão de todo o seu coração. Ele sinceramente queria dar uma experimentada neste Jesus para ver no que dava. Já tinha experimentado sexo, drogas, materialismo, álcool. Ele pensava assim: “Já experimentei uma porção de coisas na vida. Por que então não experimentar esse tal de Jesus para ver se Ele é tudo isso mesmo que esses crentes dizem que ele é: alegria, amor, realização, felicidade duradoura.” O jovem não estava ali para fugir da ira vindoura, pois eu não tinha pregado que havia ira alguma por vir! Isso estava fazendo uma falta terrível nas minhas mensagens. O jovem não estava quebrantado, pois ele nem mesmo sabia o que era o pecado. Lembram de Romanos 7:7? Paulo disse que não conheceu o pecado senão pela Lei. Como alguém pode a vir a se arrepender se nem mesmo sabe o que é o pecado? Então, qualquer coisa que nós venhamos a chamar de arrependimento vem a ser algo que chamo de arrependimento horizontal. A pessoa sente remorso por ter mentido para as pessoas, roubado das pessoas, etc. Mas, quando David pecou com Bate-Seba e quebrou todos os Dez Mandamentos de uma só vez – quando cobiçou a mulher do próximo, viveu uma mentira, roubou a mulher do próximo, cometeu adultério, desonrou seus pais e, portanto, desonrou a Deus – ele não disse: “Eu pequei contra Urias” O que ele disse foi: “Pequei contra Ti, contra Ti somente, e fiz o que era mal à Tua vista.” (Salmo 51:4). Quando José foi tentado sexualmente, ele disse: “Como poderia eu fazer tal coisa e pecar contra Deus?” (Gênesis 39:9). O filho pródigo disse: “Eu pequei contra o Céu” (Lucas 15:21). Paulo pregava “arrependimento para com Deus (Atos 20:21). E a Bíblia diz: “A tristeza segundo Deus produz arrependimento” (2 Coríntios 7:10). Então, quando a pessoa não entende que o pecado é primariamente vertical, ela simplesmente conseguirá exercitar arrependimento superficial, experimental e horizontal – e se desviará quando vierem a tribulação, a tentação e a perseguição.
A.B. Earl disse: “Descobri através de extensa experiência que as mais sérias ameaças da Lei de Deus têm um papel importantíssimo na condução das pessoas a Cristo. Elas precisam se ver perdidas antes de clamar por misericórdia; elas não fugirão do perigo até que o enxerguem.” Agora, gostaria que vocês fizessem algo incomum. Não vou fazê-los passar vergonha. Dou minha palavra. Mas, gostaria de perguntar-lhes quantos de vocês estavam pensando em outra coisa enquanto eu estava lendo a citação de A.B. Earl. Quero admitir algo para vocês. Eu mesmo estava pensando em outra coisa enquanto lia a citação! Sabem o que estava pensando? “Ninguém está me ouvindo. Eles estão pensando em outra coisa.” Então, para ressaltar um ponto importante, gostaria que vocês fossem realmente honestos comigo. Se você estava pensando em outra coisa e não faz a menor idéia do que A.B. Earl disse, levante sua mão bem alto, bem alto. Geralmente, uns 70% das pessoas levantam a mão. Vamos lá, estamos quase nos 70%. Muito bem, pastor, obrigado, por sua honestidade.
A.B. Earl foi um famoso evangelista do século XIX que teve mais de 150.000 convertidos para substanciar suas afirmações. Satanás não quer que vocês escutem o que eu estou dizendo, então, prestem bastante atenção.
A.B. Earl disse: “Descobri através de extensa experiência que as mais sérias ameaças da Lei de Deus têm um papel importantíssimo na condução das pessoas a Cristo. Elas precisam se ver perdidas antes de clamar por misericórdia; elas não fugirão do perigo até que o enxerguem.”
É mais ou menos assim: tente salvar alguém de se afogar quando a pessoa não acredita estar se afogando e veja se ela vai ficar muito contente com você. Você a vê no lago e pensa: “Acho que ela está se afogando. Sim, acho que está se afogando mesmo.” Aí, você pula na água e a arrasta até a areia sem dizer coisa alguma. Ela não ficará muito contente com você, pode ter certeza. Ela não vai querer ser salva até ver que está correndo perigo. Da mesma forma, os pecadores não fugirão da ira vindoura sem antes a enxergarem!
Veja bem: se você viesse a mim e dissesse: “Olha, Ray. Isso aqui é a cura para o Mal de Groaninzin. Vendi minha casa para levantar o dinheiro para comprar esse remédio. Tome. É um presente para você”. Provavelmente eu reagiria assim: “O que? Cura para o que? Mal de Groaninzin? Você vendeu sua casa para levantar o dinheiro para comprar esse remédio? E está me dando de presente? Ora, muito obrigado. Tchau... Esse cara é louco.” Sabe, essa seria provavelmente a maneira como eu reagiria se você vendesse sua casa para comprar o remédio para me curar de uma doença da qual jamais ouvi falar. Ainda mais se viesse oferecê-lo a mim gratuitamente – acharia você muito estranho, acharia que você realmente era louco.
Mas, se ao invés disso, você chegasse a mim e dissesse: “Ray, eu sou médico e você está com o Mal de Groaninzin. Já consigo ver todo os dez sintomas em sua pele. Você morrerá em duas semanas.”, eu me convenceria de que tinha a doença (já que os sintomas eram tão evidentes) e diria: “Oh! O que farei agora?” Nisso, você responderia: “Não se preocupe. Tenho aqui a cura para sua doença. Vendi minha casa para comprar este remédio. Tome. É um presente para você.” Nessa situação, eu não desprezaria seu sacrifício. Ao contrário, ficaria grato e tomaria posse dele. Por quê? Porque, ao enxergar a doença que me consumia, desejei a cura.
Lamentavelmente, o que tem acontecido nos Estados Unidos e no Mundo Ocidental é que temos pregado a cura sem primeiro convencermos da doença. Temos pregado o Evangelho da graça sem primeiro convencer os pecadores da Lei, ou seja, que são transgressores. Como conseqüência desta pregação, que oferece a graça primeiro, quase todas as pessoas que tento evangelizar no sul da Califórnia e no Cinturão Bíblico já “nasceram de novo” umas seis ou sete vezes. Quando digo: “Você precisa entregar sua vida a Jesus Cristo.” A resposta que sai quase que instantaneamente é: “Ah, já fiz isso quando tinha sete, onze, dezessete, vinte e três, vinte e oito, trinta e dois anos de idade...” Na hora, você sabe que o indivíduo não é Cristão. Ele é um fornicador. É um blasfemo, mas acha que é salvo porque “nasceu de novo”. O que está acontecendo? Ele está usando a graça de nosso Deus para dar ocasião à carne. Não reconhece nem estima o sacrifício de Jesus. Para ele, não há nada de mais em pisar o sangue de Cristo (Hebreus 10:29). Por quê? Por que jamais se convenceu de que tinha a doença e, portanto, não é grato pela cura.
A continuidade desta mensagem segue no próximo post.
| Conheça novos Blogs e divirta-se. |
O Maior Segredo do Diabo ( Parte 01)
Esta é uma pregação que eu encontrei no site Evangelismobiblico.com.br ao lê percebi o quão importante ela é para os nossos dias. Para minha ela fez muito sentido. E espero que também possa fazer para você.
Eu a dividi em vários post, para que ficasse mais fácil a sua leitura.
Esta é a primeira parte. Leia e medite.
O MAIOR SEGREDO DO DIABO (parte 01)
Por Ray Comfort________________________________
Tradução de Fernando Guarany Jr.
No final dos anos 70, Deus muito graciosamente abriu-me um ministério itinerante. Conforme comecei a viajar, passei a ter acesso aos registros de crescimento das igrejas e fiquei horrorizado ao descobrir que algo perto de 80 a 90% das pessoas que tomavam uma decisão por Cristo estavam desviando-se da fé. Ou seja, o evangelismo moderno, com seus métodos estava criando entre 80 e 90 “desviados” para cada 100 pessoas que se decidiam por Jesus.
Deixem-me tentar tornar a questão mais real para vocês. Em 1991, no primeiro ano da década da colheita, uma grande denominação nos Estados Unidos foi capaz de obter 294.000 decisões por Cristo. Isto é, em um ano, esta grande denominação de 11.500 igrejas foi capaz de obter 294.000 decisões por Cristo. Infelizmente, passado algum tempo apenas contavam com 14.000 destes congregando, o que significa que eles já não podiam prestar contas por 280.000 das decisões alcançadas. E estes são resultados normais do evangelismo moderno e, algo que descobri no final dos anos 70; Algo que me preocupou muito. Comecei a estudar o Livro de Romanos diligentemente e, especificamente, a maneira de proclamação do Evangelho de homens como Spurgeon, Wesley, Moody, Finney, Whitefield, Lutero, entre outros, que Deus tem usado através dos tempos, e descobri que eles usavam um princípio que é quase totalmente negligenciado pelos métodos evangelísticos modernos. Comecei a ensinar este princípio; Providencialmente, fui convidado para instalar o nosso ministério na cidade de Bellflower no sul da Califórnia, especificamente para trazer este ensinamento para a igreja dos Estados Unidos. As coisas andaram devagar nos primeiros três anos, até que recebi uma ligação de Bill Gothard, que havia assistido a mensagem em vídeo. Ele pagou minha passagem de avião até San Jose no norte da Califórnia; Lá, compartilhei a mensagem com 1000 pastores. Então, em 1992, ele exibiu o vídeo daquela pregação para 30.000 pastores. No mesmo ano, David Wilkerson me telefonou de Nova Iorque. Ele ligou do seu carro. (estava ouvindo a mensagem em seu carro e me ligou do próprio telefone do seu carro!) Imediatamente, ele me colocou em um vôo de Los Angeles para Nova Iorque para compartilhar o mesmo ensinamento com a sua igreja – de tão importante que considerou a mensagem. Recentemente, ouvi falar de um pastor que escutou esta mensagem 250 vezes. Ficaria feliz se você ouvisse pelo menos uma vez este ensinamento que se chama: “O Maior Segredo do Diabo.”
A Bíblia diz no Salmo 19, versículo 7, “A Lei do Senhor é perfeita para converter a alma.” O que é mesmo que a Bíblia diz que é perfeita e, no final das contas, converte a alma? Ora, as Escrituras deixam bem claro: “A Lei do Senhor é perfeita para converter a alma.” Agora, para ilustrar a função da Lei de Deus, vamos observar por um instante a Lei Civil. Imagine se eu dissesse a você: “Tenho boas novas para você: alguém acabou de pagar uma multa de trânsito no valor de R$ 25.000,00 para você!” Provavelmente você reagiria dizendo: “O que você está dizendo? Essas não são boas novas! Isso [que você está dizendo] não faz o menor sentido. Não tenho uma multa de trânsito de R$ 25.000,00!” As minhas boas novas não seriam boas novas para você: pareceria tolice! Mas, além disso, seria uma ofensa, porque eu estaria insinuando que você havia cometido um crime (quebrado a lei) quando você pensa não ter feito tal coisa. Entretanto, se colocar a situação da seguinte maneira, ela fará mais sentido: “No caminho para cá, um radar da polícia (a lei) pegou você a 160 quilômetros por hora em uma área reservada para uma convenção de crianças deficientes visuais. Havia dez avisos claros que a velocidade máxima era de 60 quilômetros por hora, mas você passou por ali ”voando” a uma velocidade de 160 km/h. O que fez foi muito perigoso e, portanto, a multa de R$ 25.000,00 era justa. A lei estava por ser aplicada quando alguém que você nem mesmo conhece entrou em cena e pagou a sua multa. Você realmente é um felizardo!”
Vejam que ao explicarmos precisamente o que foi feito de errado primeiro, fazemos com que as boas novas verdadeiramente tenham sentido. Se eu não mostrar claramente que o indivíduo violou a lei, então as boas novas parecerão tolice e serão recebidas como uma ofensa. Mas, a partir do momento que entender que quebrou a lei, então as boas novas se tornarão boas novas de fato!
Assim, da mesma maneira, se eu abordar um pecador impenitente e disser: “Jesus Cristo morreu na cruz por seus pecados”, isso soará como tolice e o ofenderá. Tolice porque não fará sentido. A Bíblia diz que: “A pregação da cruz é tolice para aqueles que perecem.” (1 Cor 1:18). E também será ofensivo porque estaremos insinuando que o indivíduo é um pecador quando ele acha que não o é! Porque, até onde ele tem conhecimento, existem muitas pessoas piores do que ele. Contudo, se eu dedicar tempo para seguir os passos de Jesus, a mensagem fará mais sentido. Se eu dedicar tempo para abrir a Lei Divina, os Dez Mandamentos, e mostrar ao pecador precisamente o que ele fez de errado, como tem ofendido a Deus ao violar a Sua Lei, então, quando ele estiver, conforme diz Tiago, “convencido pela Lei como transgressor” (Tiago 2:9) as boas novas da multa sendo paga não parecerão tolice, mas serão “o poder de Deus para salvação” (Romanos 1:16).
Agora, tendo em mente estes pensamentos como introdução, vamos ver o que diz Romanos 3:19. Vamos analisar algumas das funções da Lei de Deus para a humanidade. Romanos 3:19 diz assim: “Agora, pois, sabemos que o que quer que a Lei diga, ela diz para aqueles que estão debaixo da lei, para que toda boca seja calada e todo o mundo torne-se culpado diante de Deus.” Então, uma função da lei de Deus é calar a boca. Fazer os pecadores pararem de se justificar e dizer: “Ah, tem muita gente pior do que eu. Eu não sou uma má pessoa, não!” Ou seja, a lei cala a boca da justificativa e deixa o mundo inteiro , e não apenas os Judeus, culpado diante de Deus.
Romanos 3:20 diz assim: “Portanto pelos feitos da Lei nenhuma carne será justificada à Sua vista: porque pela Lei vem o conhecimento do pecado.” Então, a Lei de Deus nos informa o que significa pecado. 1 João 3:4 diz: “Pecado é a transgressão da Lei.” Romanos 7.7 afirma: “O que diremos então?” diz Paulo, “É a lei pecado? De modo nenhum, eu não conheci o pecado senão pela Lei.” O que Paulo está dizendo aqui simplesmente é: “Eu não sabia o que era o pecado até a Lei me ensinar.” Gálatas 3.24 afirma: “De modo que a Lei se tornou nosso aio [professor], para nos conduzir a Cristo, a fim de que pela fé fôssemos justificados.” A lei de Deus age como um professor para nos trazer a Cristo para que possamos ser justificados pela fé em Seu sangue. Assim, a Lei não nos ajuda, ela apenas nos mostra nossa impotência. Ela não nos justifica, ela apenas nos deixa culpados diante do julgamento de um Deus santo.
A tragédia do evangelismo moderno é que, na virada do século XX, quando a lei de Deus foi abandonada e desprezada em sua capacidade de converter a alma, de conduzir os pecadores a Cristo, os defensores do evangelismo moderno tiveram que encontrar outra razão para os pecadores responderem ao evangelho. A maneira que os evangelistas modernos encontraram para atrair tais pecadores foi a estratégia da “melhoria na qualidade de vida.” O Evangelho foi degenerado para algo como: “Jesus Cristo vai te dar paz, alegria, amor, realização pessoal e felicidade duradoura.” Agora, para ilustrar a natureza anti-bíblica deste ensinamento tão popular, gostaria que vocês escutassem com bastante atenção a seguinte anedota, pois a essência do que estou ensinando baseia-se nesta historinha que vou contar. Então, por favor, escutem atentamente:
Dois homens estão sentados em um avião. Ao primeiro é dado um pára-quedas e é orientado a colocá-lo, pois, o pára-quedas melhoraria a qualidade do seu vôo. Ele fica um tanto cético no início porque não consegue ver como o fato de usar um pára-quedas em um avião poderia melhorar a qualidade de seu vôo. Porém, depois de certo tempo, ele decide experimentar para ver se o que lhe havia sido dito era mesmo verdade. Então, quando ele coloca o pára-quedas, ele nota o peso sobre seus ombros e descobre que tem dificuldade para sentar-se direito. Mesmo assim, não tira o pára-quedas de imediato, pois se consola com o fato de que lhe foi dito que o pára-quedas melhoraria o seu vôo. Assim, ele decide dar um tempinho para ver se a tal coisa funciona mesmo. Enquanto espera, percebe que alguns dos outros passageiros estão rindo dele, pelo fato de ele estar usando um pára-quedas em pleno vôo. Ele começa a sentir-se um tanto humilhado. Quando os outros passageiros começam a apontar e rir dele, ele não agüenta mais! Então, encolhe-se em sua poltrona e arranca o pára-quedas, jogando-o ao chão. Desilusão e amargura preenchem o seu coração, pois, pelo que parece, contaram-lhe uma mentira absurda!
O segundo homem também recebe um pára-quedas, mas escutem só o que lhe é dito:
“Coloque este pára-quedas, pois a qualquer momento você terá que saltar deste
avião e nós estamos a 25.000 pés de altura.” Ele fica muito agradecido e coloca
logo o pára-quedas; Nem percebe o peso do objeto sobre seus ombros, muito menos
se incomoda com o fato de que não consegue sentar-se direito, pois sua mente
está consumida pelo pensamento do que aconteceria se saltasse sem o pára-quedas.

Vamos analisar o motivo e o resultado da experiência de cada um dos passageiros.
O motivo do primeiro homem para colocar o pára-quedas foi apenas para melhorar a
qualidade de sua viagem. O resultado da experiência foi que ele se sentiu
humilhado pelos passageiros, ficou desiludido e bastante amargurado em relação
àqueles que lhe deram o pára-quedas. Ele precisará de um longo tempo para
recuperar-se da experiência e, possivelmente, nunca mais vai aceitar uma coisa
daquelas novamente. O segundo homem colocou o pára-quedas simplesmente para
escapar do salto para morte e, devido ao conhecimento do que aconteceria se
saltasse despreparado, ele tem uma profunda alegria e paz no coração, pois sabe
que será salvo de uma morte certa e terrível. Tal conhecimento dá-lhe a
habilidade de suportar o escárnio dos outros passageiros. Sua atitude em relação
a quem lhe ofereceu o pára-quedas é de profunda gratidão.
Agora, escutem o que os métodos de evangelismo moderno dizem. Eles dizem assim:
“Coloque o Senhor Jesus Cristo. Ele te dará amor, alegria, paz, realização
pessoal e felicidade duradoura.” Em outras palavras, “Jesus melhorará a sua
viagem.” Dessa maneira, o pecador responde ao apelo de um modo experimental
e “coloca” o Senhor Jesus para ver se a “propaganda” é verdadeira. E o que
vem sobre ele? Tentação, tribulação e perseguição. Os outros passageiros
escarnecem dele. O que ele faz, então? Arranca o Senhor Jesus e joga ao chão,
pois se sente ofendido por causa da Palavra (Marcos 4.17).
Ficou desiludido e bastante amargurado, e com razão. Pois, prometeram-lhe paz,
alegria, amor, realização e felicidade duradoura, e tudo o que conseguiu foram
provações e humilhação. Então, ele passa a apontar sua amargura em direção
àqueles que lhe deram as tão famosas “boas novas”. Seu último estado é pior do
que o primeiro: outro desviado inoculado e amargurado.
Santos, ao invés de pregar que Jesus melhora a qualidade do vôo, nós deveríamos estar alertando os passageiros que eles terão que pular do avião. Ou seja, “que está determinado ao homem morrer uma só vez, e que depois disto virá o julgamento.” (Hebreus 9:27). E aí, quando o pecador entender as horríveis conseqüências por quebrar a Lei de Deus, ele correrá para os braços do Salvador para escapar da ira vindoura. E se formos testemunhas verdadeiras e fiéis, é isso que deveremos pregar: que existe uma ira vindoura; que Deus “ordena a todas as pessoas em todos os lugares que se arrependam” (Atos 17:30). Por que se arrepender? “Porque Ele estabeleceu um dia em que julgará o mundo com justiça” (vs. 31). Entenda que não é uma questão de felicidade, mas sim de justiça. Não importa o quanto o pecador possa estar sendo feliz ou o quanto ele possa estar aproveitando “os prazeres passageiros do pecado” (Hebreus 11.25), sem a justiça de Cristo, ele perecerá no dia da ira. “De nada aproveitam as riquezas no dia da ira; porém a justiça livra da morte.” (Provérbios 11.4). Paz e alegria são frutos legítimos da salvação, mas não é legítimo usar tais frutos como propaganda para a salvação. Se persistirmos em fazer isso, os pecadores responderão à mensagem com um motivo impuro, desprovidos de arrependimento.
A continuidade desta mensagem segue no próximo post.
| Conheça novos Blogs e divirta-se. |









